Germinação 101 – 1.0 Preparando o terreno & Embebição, quebrando a dormência.

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Agora que aprendermos um pouco sobre as sementes, podemos superficialmente compreender como elas tendem a se  comportar. Devemos agora planejar cuidadosamente as características ambientais que o lugar onde iremos leva-las a germinar deve ter. Relembrando que é essencial para o sucesso dos principais métodos e procedimentos de germinação, que o foco seja prover as sementes as condições ambientais favoráveis pelas quais já sabemos, os embriões aguardam ser influenciados a germinar.

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Sementes 101 – A fase embrionária da Cannabis.

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Assim como todas as criaturas presentes na natureza, as plantas também desenvolveram sua peculiar forma de propagar suas características genéticas por gerações a sua frente. Tal habilidade além de permitir a propagação da vida vegetal na terra, é responsável direta pela criação das diferentes espécies existentes. Através da produção de sementes, as plantas são aptas a criar, através da união entre duas plantas – União entre uma planta macho, ao polinizar uma outra planta, do sexo feminino. Um pacote contendo as informações necessárias para o desenvolvimento de uma nova espécie derivada dos genes presentes nos diferentes fenótipos de seus progenitores. Toda semente contem informações genéticas que são obtidas através da polinização, que através da transferência de células reprodutivas masculinas (polén) ao stigma (receptor feminino) vão gerar o perfil/fenótipo de uma nova planta, criada através de material genético (DNA) contendo todas as características genéticas de seus predecessores.

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FAQ420 – Pode uma semente oriunda de um fumo prensado, ser utilizada para o cultivo?

Dependendo da qualidade na qual a semente for encontrada, sim. O fator chave neste caso é que assim como qualquer semente, de qualquer outra planta por ai, ela vai estar carregando os genes de seus progenitores. Sendo assim, você ao optar por utiliza-las tem uma grande chance de estar plantando uma espécie bem sativa sub-tropical, que é uma variedade (landrace) amplamente cultivada no Paraguay. País onde 90% ou mais de toda a maconha consumida no Brasil é cultivada.

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NUTRIENT REVIEW: General Hydroponics, Floralicious Plus

Nutrient Review:

General Hydroponics
Floralicious Plus

 

GH Floralicious+ é um aditivo contendo uma alta concentração de vitaminas B, açucares, L-amino acidos, fitoestimulates, polyflavonoids e oleos aromaticos. Tudo isso numa solução de Humic & Fulvic Acids recheada de Bacillus Subtilis. Esse produto é uma mistura de materiais bio-ativos, derivados de algas marinhas e também diversos minerais.

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A Guerra biologica dos fungos. – Introdução ao uso de fungos 102.

 

O reino Fungi e nossas plantas.
Introdução ao uso de fungos 102. Por Cesar M. Cruz (H. Planta)

3.0 A Guerra biologica dos fungos.

Outro fator extremamente positivo na colonização e do uso simbiótico dos fungos em culturas vegetais é o fato de que que estes fungos benignos tomam conta da rizosfera e também qualquer outro local propicío a sua proliferação (como as folhas), e por sua vez não permitem que outros fungos se estabilizem e/ou tome conta da mesma area. Mantendo assim a planta longe de problemas relacionados a proliferação de patogenicos, como no caso do apodrecimento da raiz (root rot), a incidencia de downy e powdery mildew (mofo branco), Fusarium e a botrytis (mofo cinza) nos frutos e folhas.

3.1 Ataque e defesa.

Tal controle biologico pode ocorrer de diversas formas, seja por meios amensalistas, uma especie de competição aonde o fungo vai agir de forma antibiotica, gerando e secretando substancias (geralmente acidos) que irão inibir o crescimento e desenvolvimento de outras especies de fungos, basicamente o que ocorreu por acaso nos experimentos de Fleming quando o mesmo descobriu a penicilina. Ou então de forma simplesmene predatoria,  colonizando focos de desenvolvimento de outra especie e se alimentando do mesmo, até seu fim.

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Introdução ao uso de fungos 101. – O reino Fungi e nossas plantas.

O reino Fungi e nossas plantas.
Introdução ao uso de fungos 101. Por Cesar M. Cruz (H. Planta)

1.0 Oque é Micorriza/Mycorrhiza.

Derivado das palavras gregas para Fungo e Raiz, Mycorrhizae é o nome dado a essa que é uma das dezenas de relações simbioticas entre uma planta e uma especie de fungo. Neste caso, varias especies de fungos vivem em sua rizosfera (area ao redor das raizes). Onde buscam se alojar no intuito de alimentar-se dos carboidratos produzidos pela planta.

1.1 The Mycorrhizal symbiosis.

Tais fungos não produzem clorofila e não são aptos a sintetizar seus alimentos, neste caso carboidratos (acucares como glucose e sacarose) que a planta provê aos mesmos em uma relação simbiotica envolvendo a capacidade de transportar grandes quantidades de agua dentro da rizosfera (Ectomycorrhizae) e pelos canais vasculares da planta (Endomycorrhizae), dentre outras habilidades bem peculiares de cada especie de fungi presente, como a importante tarefa de quelatar minerais, deixando-os acessiveis para o uso pela planta.

Nessa simbiose a planta também ganha um poder muito maior em relação a absorção de água e nutrientes. Na verdade quase que incomparavel, devido a extensão e o tamanho do tecido fungico, comparado as raízes nuas.

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Repost do artigo ‘O rio de nutrientes’

A teoria do rio de nutrientes.
Baseada no equilíbrio hormonal. Por Cesar M. Cruz (H. Planta)

1.0 – Set in motion.

Hormônio, da tradução de ‘hormone’, palavra de origem inglesa, derivada do grego ‘impetus’, de ‘set in motion’, colocar em movimento. Presentes em grande maioria das estruturas vivas do nosso planeta encontramos nas plantas os Fitormonios ou phytohormones (inglês). Substancias químicas produzidas pela planta durante todo seu ciclo de vida, e utilizadas desde a germinação até mesmo encarregando-se do processo de sua morte.

1.1 – Mensageiros das plantas.

Atuando como mensageiros na forma de pequenos pacotes de informação, tais hormônios enquanto transportados pela estrutura da planta, levam sinais que ativa e continuamente influenciam tudo relacionado ao desenvolvimento e vida da mesma. Do momento exato de germinação com o inicio da divisão celular ditando as características de crescimento com diferentes tecidos e as substancias geradas pela diferenciação celular, ao inicio de seu período de floração, diferenciação sexual, controlando também a longevidade que ditará sua morte.

 

Ou seja, em todos os estágios de sua vida a planta sofre influencia direta de tais hormônios, que ativamente controlam seus passos em reação as suas condições externas. Presentes em todos os cantos, estes hormônios não são produzidos somente no exato local onde serão processados, sem a presença de glândulas que os sintetizem e estoquem, estes são produzidos por qualquer célula dentro de sua estrutura, eles se locomovem livremente, porém de maneira ordeira dentro da planta, transportando sinais de todas as partes, comunicando-se como em uma rede nervosa de dados, carregando informação e indicando a distintas regiões e células da planta o que acontece pelas varias partes de sua estrutura.

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FAQ420 – Com quanto tempo eu devo colher?

Acredito que esta vem a ser a primeira colocada na lista das questões mais levantadas após o inicio da flora. E pela enorme maioria dos growers é este o quesito onde se ocorre mais falhas. Pelo simples fato de o mesmo (cultivador)  querer apressar as coisas, ou mesmo por falta de experiência.

Mas calma lá. A pressa agora é a sua maiora inimiga. E se você vem roendo suas unhas e levando esporro da sua namorada por não sair de perto dessas plantas pelos ultimos 2 meses pois não vê a hora de passar logo o cerol na sua plantinha pra ter o prazer de fuma-la; segure a sua onda, Uma planta colhida com apenas 7 dias a menos que a hora correta pode ter efeitos totalmente diferentes do que está sendo esperado. Na reta final, todo cuidado é pouco! Então preste muita atenção em como proceder..

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